A Igreja é Israel? Não, não é!
{ Posted on 5:00 AM
by O PENSADOR
}
Aqueles que crêem, que a Igreja tomou o lugar de Israel, adotaram para as suas vidas um posicionamento conflitante, chamado pelo nome de teologia da substituição.
A teologia da substituição desviou o curso da Igreja de seu foco e sua finalidade. Permitiu surgir no seio da Igreja às maiores perseguições contra os judeus, inclusive o holocausto.
Na tentativa de usurpar o lugar de Israel na história, criaram para si um Deus em quem não se pode confiar. Ora, se as promessas incondicionais de Deus a Israel deixarão de serem cumpridas, criamos um Deus mentiroso, ou no mínimo, um Deus que necessita da ajuda da criatura para tornar sua palavra verdadeira, no caso específico, tornar a Igreja o novo Israel de Deus.
Não precisa de muitos argumentos para confirmar que este que procede desta forma não pode ser considerado o Deus da Bíblia, o qual afirma ser fiel e pronunciar palavras que não retornam vazias.
Para os adeptos da teologia da substituição, a restauração do Estado de Israel não foi nada mais do que obra do acaso! Aliás, por que pensariam de forma diferente? Só por que a Bíblia predisse tal coisa em Isaías 66.8? É claro que foi obra do acaso. Como poderia um Deus onisciente, onipotente e onipresente, ser capaz de anunciar através de um ser humano falível, mais de 2500 anos atrás, que Israel voltaria a ser nação? Realmente, inconcebível pensar assim.
Muitos que abraçam a teologia da substituição não fazem idéia de que ela se baseia numa interpretação alegórica das escrituras. Ou seja, numa espiritualização daquilo que está escrito! Dessa forma, posso adequar às escrituras ao que eu quero que elas digam e, não, verdadeiramente, o que elas queriam dizer.
Toda interpretação bíblica, séria, está pautada na interpretação literal das escrituras, somente cabendo uma interpretação alegórica, quando não é plausível a interpretação literal.
Crer que Israel é Israel e a Igreja é Igreja, fortalece a própria fé num Deus em quem se pode confiar e que sempre cumpriu com sua palavra, que cumpre e continuará a cumprir com ela.
Na tentativa de usurpar o lugar de Israel na história, criaram para si um Deus em quem não se pode confiar. Ora, se as promessas incondicionais de Deus a Israel deixarão de serem cumpridas, criamos um Deus mentiroso, ou no mínimo, um Deus que necessita da ajuda da criatura para tornar sua palavra verdadeira, no caso específico, tornar a Igreja o novo Israel de Deus.
Não precisa de muitos argumentos para confirmar que este que procede desta forma não pode ser considerado o Deus da Bíblia, o qual afirma ser fiel e pronunciar palavras que não retornam vazias.
Para os adeptos da teologia da substituição, a restauração do Estado de Israel não foi nada mais do que obra do acaso! Aliás, por que pensariam de forma diferente? Só por que a Bíblia predisse tal coisa em Isaías 66.8? É claro que foi obra do acaso. Como poderia um Deus onisciente, onipotente e onipresente, ser capaz de anunciar através de um ser humano falível, mais de 2500 anos atrás, que Israel voltaria a ser nação? Realmente, inconcebível pensar assim.
Muitos que abraçam a teologia da substituição não fazem idéia de que ela se baseia numa interpretação alegórica das escrituras. Ou seja, numa espiritualização daquilo que está escrito! Dessa forma, posso adequar às escrituras ao que eu quero que elas digam e, não, verdadeiramente, o que elas queriam dizer.
Toda interpretação bíblica, séria, está pautada na interpretação literal das escrituras, somente cabendo uma interpretação alegórica, quando não é plausível a interpretação literal.
Crer que Israel é Israel e a Igreja é Igreja, fortalece a própria fé num Deus em quem se pode confiar e que sempre cumpriu com sua palavra, que cumpre e continuará a cumprir com ela.
Este texto está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
Postado por Ricardo Inacio Dondoni
Postado por Ricardo Inacio Dondoni










2 Response to "A Igreja é Israel? Não, não é!"
Olá Ricardo,
Boa reflexão sobre o assunto.
Pra ser sincero, sempre fiquei um pouco confuso com esssa história da Igreja ser o "Israel de Deus".
Li também o outro post linkado neste sobre a "teologia da substituição".
Confesso que fiquei bastante satisfeito com mais um aprendizado, pois não tinha ainda lido algo em relação ao tema.
Um abraço,
Agnaldo Gomes publicou um post sobre.. Deus Não Quer Você no Culto!
Inicialmente, obrigado pelo comentário! Tenho-o em alta consideração…
No mais, as postagens do seu blog também são excelentes… e a reflexão de sua postagem, "DEUS NÃO QUER VOCÊ NO CULTO!", nos impõe, por exemplo, é ótima!
“Deus não quer você no culto, ele quer que você seja o próprio culto!”
Gosto de textos assim, que aparentam estar escondendo um profundidade que nossos mentes temam em alertar-nos, …, “uma leitura não é suficiente, leia novamente, ainda há mais no texto”
Talvez, seja por isso que a leitura bíblica me seja tão prazeirosa…
Um abraço e obrigado pelo excelente blog que coordena…
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